sexta-feira, 3 de abril de 2009
Desamar-te para amar-te.
Desejo assim: amar-te, amar-te... e de tanto amar-te, desamar-te. Desamar-te para poder amar-te ainda mais. Assim, amar-amar-amar-te! Desamar-te, mas sem deixar de amar-te. Desamar do amor só pra poder amar-te com mais ardor. Desamo-te agora mas amo-te com mais intensidade que quando desamei-te só pra amar-te com maior amar.
A lua!
A noite fria está chegando, trazendo consigo o encanto da lua. A lua que também é minha, mesmo sendo tua. A lua está sempre nua... sem vestes e sem frescura. É assim a minha e tua. Que mesmo vivendo nua, vergonha não há de ter. A lua dá encanto para a palavra minha, por mais desencantosa que venha a ser. Todos os fios de cabelo dançam com o vento e com o vento dançam as flores também. Sob o belo luar da lua. A flor amarela, que dança assim: tão bela, com a lua deseja estar. Olhando de perto todo luar.
terça-feira, 31 de março de 2009
Eu gosto de parar, olhar e sentir o céu. Ele vive cheio de cores diferentes. Alguns dias vivas, outros dias mortas. Sejam elas vivas ou mortas: o céu continua lindo. Agora ele está azul claro, com um mesclado de nuvens que formam desenhos variados. Um pássaro de canto estranho estava voando sob ele. Não falta muito para anoitecer, vou continuar aqui até que as estrelas ganhem seu lugar visível.
(Grande pausa.)
Estou olhando para a grama... Parece um tapete gigante e gelado... (É, o tapete de grama está gelado. O sol não bate mais nele. Está se pondo). O vento está soprando cuidadosamente fraco, sinto apenas uma leve brisa batendo em minhas pernas, meus braços e em meu rosto. Está tão suave que não passa pelo vestido. Aqui perto, tem algumas flores lindas! Tiraria uma foto se o carregador da máquina não tivesse feito a proeza de criar pernas e fugir. Risos. Agora o céu está um pouco mais escuro, como se fosse um manto cobrindo e esquentando a cidade para que ela não passe frio. Ele tem alguns traços vermelhos vindos do horizonte. As nuvens estão sumindo e dando lugar às estrelas... Mas elas parecem tímidas e recusam-se a aparecer. Fui olhar para as montanhas. Parecem tão pequenas, mas tão pequenas! Ao ponto de ter a sensação de poder pegá-las com a mão. Tenho uma vista linda daqui.
(Grande pausa.)
Estou olhando para a grama... Parece um tapete gigante e gelado... (É, o tapete de grama está gelado. O sol não bate mais nele. Está se pondo). O vento está soprando cuidadosamente fraco, sinto apenas uma leve brisa batendo em minhas pernas, meus braços e em meu rosto. Está tão suave que não passa pelo vestido. Aqui perto, tem algumas flores lindas! Tiraria uma foto se o carregador da máquina não tivesse feito a proeza de criar pernas e fugir. Risos. Agora o céu está um pouco mais escuro, como se fosse um manto cobrindo e esquentando a cidade para que ela não passe frio. Ele tem alguns traços vermelhos vindos do horizonte. As nuvens estão sumindo e dando lugar às estrelas... Mas elas parecem tímidas e recusam-se a aparecer. Fui olhar para as montanhas. Parecem tão pequenas, mas tão pequenas! Ao ponto de ter a sensação de poder pegá-las com a mão. Tenho uma vista linda daqui.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Acho tão engraçado amar mas não amar. Dizem que amam... mas que amor é este que dura menos de uma semana? Que depois disso, as pessoas apenas dizem: Cansei de amar você, adeus!.
O amor verdadeiro é como o sol: algumas vezes não aparece, mas está sempre ali, brilhando. Algumas vezes ele queima muito... quando não passamos o protetor solar e deixamos ele nos queimar. Algumas outras vezes, ele brilha de um modo carinhoso... faz com que vivas uma felicidade plena, que o sorriso em teu rosto seja sincero e duradouro. Amor é esse que dura, que queima. Amor é construtivo. Paixão é destrutiva. Na paixão, tens algum desejo que pode matar. Quando mata-o, destrói. No amor, do mesmo modo que a paixão, existe o desejo. Mas é um desejo insaciável e que não morre. Só cresce cada vez mais.
O amor verdadeiro é como o sol: algumas vezes não aparece, mas está sempre ali, brilhando. Algumas vezes ele queima muito... quando não passamos o protetor solar e deixamos ele nos queimar. Algumas outras vezes, ele brilha de um modo carinhoso... faz com que vivas uma felicidade plena, que o sorriso em teu rosto seja sincero e duradouro. Amor é esse que dura, que queima. Amor é construtivo. Paixão é destrutiva. Na paixão, tens algum desejo que pode matar. Quando mata-o, destrói. No amor, do mesmo modo que a paixão, existe o desejo. Mas é um desejo insaciável e que não morre. Só cresce cada vez mais.
domingo, 15 de março de 2009
Amores de verão.
"Os amores de verão terminam por várias razões... mas no fundo, todos tem uma coisa em comum: são estrelas cadentes, um momento espetacular de luz dos céus. Um deslumbre passageiro da eternidade. E num segundo... desaparecem."
Amores de verão!
Amores em vão... ou talvez não.
Amores mais fortes que a luz solar,
que o brilho lunar.
Mas que acabam assim: sem querer,
se se quer perceber.
Mas deixa saudade e...
ah, que saudade. Saudade que machuca os olhos;
Pois uma coisa eu sei: as lágrimas machucam o olho
nem tanto machucam o coração.
Ficava lá, chorando e esfregando os olhos
mandando as terríveis gotinhas pararem de cair
de sair.
Elas não queriam
mas pararam.
Eram só amores de verão
que querendo ou não: um fim terão.
Amores de verão!
Amores em vão... ou talvez não.
Amores mais fortes que a luz solar,
que o brilho lunar.
Mas que acabam assim: sem querer,
se se quer perceber.
Mas deixa saudade e...
ah, que saudade. Saudade que machuca os olhos;
Pois uma coisa eu sei: as lágrimas machucam o olho
nem tanto machucam o coração.
Ficava lá, chorando e esfregando os olhos
mandando as terríveis gotinhas pararem de cair
de sair.
Elas não queriam
mas pararam.
Eram só amores de verão
que querendo ou não: um fim terão.
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